Pedido de CPI da merenda em Ponta Grossa gera tensão na Câmara e reação da Prefeitura
Pedido de CPI da merenda escolar em Ponta Grossa gera debate na Câmara e Prefeitura se manifesta sobre o tema

O pedido de CPI da merenda escolar em Ponta Grossa gerou tensão na Câmara Municipal e provocou reação da Prefeitura em relação ao contrato superior a R$ 79 milhões destinado à alimentação de estudantes da rede pública.
O requerimento foi protocolado pelo vereador Geraldo Stocco, que solicita a investigação da empresa Ômega Alimentação e Serviços Especializados S/A, responsável pelo fornecimento após vencer o pregão 106/2025.
Ao defender a proposta, o parlamentar afirmou que o tema envolve diretamente o interesse público, especialmente por impactar a alimentação de crianças nas escolas municipais. Segundo ele, a iniciativa busca garantir transparência na aplicação dos recursos.
O pedido de CPI da merenda escolar em Ponta Grossa passou a dominar o debate no plenário, evidenciando divergências entre vereadores. Parte dos parlamentares defende a investigação como forma de esclarecer dúvidas sobre a execução do contrato.
Já integrantes da base governista reagiram às declarações. O vereador Pastor Ezequiel afirmou que realiza fiscalização frequente nas escolas, com visitas e diálogo com a comunidade escolar.
O clima durante a sessão foi de tensão, com posicionamentos distintos sobre a necessidade de instaurar a comissão. Apesar disso, Stocco afirmou que não houve intenção de ataque pessoal e reforçou o pedido de apoio para viabilizar o avanço do requerimento.
Para que a comissão seja aberta, o pedido de CPI da merenda escolar em Ponta Grossa ainda precisa do apoio de outros vereadores e segue em análise na Câmara Municipal.
Prefeitura reage ao pedido
Após a repercussão, a Prefeitura de Ponta Grossa se manifestou oficialmente sobre o tema.
Em nota, o Município informou que, até o momento, não há formalização definitiva da CPI. A administração destacou que todos os procedimentos relacionados ao contrato seguem os princípios de legalidade, transparência e controle, com documentação disponível conforme a legislação vigente.
A Prefeitura também ressaltou que a eventual criação de uma comissão é uma prerrogativa do Poder Legislativo e afirmou estar à disposição para prestar esclarecimentos.
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