Prefeitura inicia revisão do Plano de Habitação de Interesse Social
O Plano Local de Habitação de Interesse Social orienta as ações do poder público voltadas à habitação para famílias de baixa renda

A prefeita de Elizabeth Schmidt assinou nesta quinta-feira (7) o decreto que cria a comissão responsável pela revisão do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) de Ponta Grossa. A medida oficializa a parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico da UEPG (FAUEPG), que ficará responsável pelos trabalhos técnicos de atualização do documento.
O PLHIS é considerado o principal instrumento de planejamento da política habitacional do município. O plano estabelece metas, diretrizes e estratégias voltadas ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade habitacional. O documento anterior havia sido elaborado em 2011 e perdeu a validade em maio de 2025, após 14 anos de vigência.
Além de atualizar os dados habitacionais da cidade, a revisão do plano também é necessária para que o município continue apto a acessar recursos federais destinados a programas de moradia.
Segundo a prefeita Elizabeth Schmidt, a atualização do PLHIS permitirá um planejamento mais eficiente para atender a população que mais precisa de políticas habitacionais. “Com um diagnóstico atualizado e alinhado às diretrizes federais, vamos ampliar nossa capacidade de captar recursos e transformar essa realidade de forma concreta”, destacou.
A prefeita de Elizabeth Schmidt assinou nesta quinta-feira (7) o decreto que cria a comissão responsável pela revisão do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) de Ponta Grossa. A medida oficializa a parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico da UEPG (FAUEPG), que ficará responsável pelos trabalhos técnicos de atualização do documento.
Diagnóstico das necessidades habitacionais
O PLHIS é considerado o principal instrumento de planejamento da política habitacional do município. O plano estabelece metas, diretrizes e estratégias voltadas ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade habitacional. O documento anterior havia sido elaborado em 2011 e perdeu a validade em maio de 2025, após 14 anos de vigência.
Além de atualizar os dados habitacionais da cidade, a revisão do plano também é necessária para que o município continue apto a acessar recursos federais destinados a programas de moradia.
Segundo a prefeita Elizabeth Schmidt, a atualização do PLHIS permitirá um planejamento mais eficiente para atender a população que mais precisa de políticas habitacionais. “Com um diagnóstico atualizado e alinhado às diretrizes federais, vamos ampliar nossa capacidade de captar recursos e transformar essa realidade de forma concreta”, destacou.
A revisão do plano vai incluir levantamento cartográfico, diagnóstico socioeconômico das áreas de ocupação irregular e análise do déficit habitacional do município, tanto quantitativo quanto qualitativo. O trabalho também prevê o mapeamento das necessidades habitacionais por região e a criação de novas metas e indicadores de monitoramento.
Outro ponto previsto é a realização de audiências públicas para garantir a participação da população durante a construção do novo plano. Após concluído, o documento será entregue em formato físico e digital e passará por validação do Comitê Técnico Municipal em todas as etapas.
A secretária municipal de Família e Desenvolvimento Social, Camila Calisto Sanches, afirmou que o novo levantamento permitirá maior precisão na definição das políticas públicas habitacionais.
“Isso significa políticas mais eficazes, atendimento mais justo e mais famílias com acesso à moradia digna. É um instrumento que coloca as pessoas no centro do planejamento”, ressaltou.
O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto, também destacou a importância da parceria entre a universidade e o município para o desenvolvimento de políticas públicas.
O que é o PLHIS
O Plano Local de Habitação de Interesse Social orienta as ações do poder público voltadas à habitação para famílias de baixa renda. Entre as diretrizes previstas estão a priorização de terrenos públicos para projetos habitacionais, incentivo à regularização fundiária, melhorias em assentamentos precários e ampliação do acesso à moradia para grupos prioritários.
O plano também contempla ações destinadas a idosos, pessoas com deficiência, mulheres chefes de família e comunidades quilombolas. (Com assessoria)
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