Ponta Grossa tem contas aprovadas pelo TCE pela 4ª vez
O relatório do TCE-PR analisou áreas como Educação, Saúde, Assistência Social, Administração Financeira, Transparência e Relacionamento com o Cidadão

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) aprovou, pelo quarto ano consecutivo, as contas da Prefeitura de Ponta Grossa. A decisão, referente ao exercício de 2024, também contemplou todas as fundações da administração indireta, todas sem ressalvas. O resultado soma-se às aprovações obtidas em 2021, 2022 e 2023.
Investimentos acima do mínimo em Educação e Saúde
O relatório do TCE-PR analisou áreas como Educação, Saúde, Assistência Social, Administração Financeira, Transparência e Relacionamento com o Cidadão.
Em 2024, a Prefeitura investiu mais de R$ 250 milhões na Educação, o equivalente a 25,16% da receita proveniente de impostos e transferências — acima do mínimo constitucional de 25%.
Na Saúde, o investimento foi de 22,09% (R$ 217 milhões), superando o mínimo constitucional de 15%. O resultado orçamentário e financeiro apresentou superávit de 5,25% em relação a 2023.
Prefeita e secretário destacam conquista inédita
A prefeita Elizabeth Schmidt (UNIÃO) afirmou que a conquista é inédita na cidade e reforça o compromisso com o uso responsável dos recursos públicos.
“Este é um momento de comemoração, pois a aprovação consecutiva e sem ressalvas é algo inédito na história de nossa cidade. Vale lembrar que, neste ano, também conquistamos Nota ‘A’ em capacidade de pagamento pelo 5º ano consecutivo. Tudo isso nos enche de orgulho e mostra o comprometimento e respeito aos recursos públicos por parte de todos os nossos servidores”, disse.
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O secretário da Fazenda, Cláudio Grokoviski, ressaltou que o resultado tem peso especial por se tratar do último ano de gestão.
“As regras para encerramento de mandato ainda são mais rigorosas, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal e demais legislações vigentes […] Estamos trabalhando com responsabilidade e aplicando corretamente os recursos públicos nas diversas ações do governo, apostando no que é certo e não apenas no que é conveniente”, concluiu.
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