Polícia Federal terá reforço com mil novas nomeações autorizadas pelo governo
A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla do Governo Federal voltada à recomposição e modernização do serviço público

O Governo Federal autorizou a nomeação de mil novos servidores para a Polícia Federal, com o objetivo de reforçar a atuação no combate ao crime organizado, na proteção das fronteiras e no enfrentamento de ilícitos em todo o país. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quarta-feira (22), por meio do Decreto nº 12.943/2026, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A autorização contempla candidatos aprovados no concurso público da Polícia Federal realizado em 2021, permitindo a convocação além do número de vagas inicialmente previsto no edital. Com isso, o governo amplia o aproveitamento do certame e acelera a recomposição do efetivo da corporação.
As nomeações estão distribuídas entre os seguintes cargos da carreira policial federal:
705 vagas para agente de Polícia Federal
176 vagas para escrivão
61 vagas para delegado
38 vagas para perito criminal
20 vagas para papiloscopista
A convocação de aprovados além das vagas originais é um mecanismo previsto na legislação e busca dar mais agilidade à administração pública. A medida permite reduzir prazos, otimizar recursos e responder de forma mais rápida às demandas por reforço em áreas estratégicas.
A efetivação das nomeações depende da existência de vagas no momento da convocação e da disponibilidade orçamentária e financeira, conforme as regras da Lei Orçamentária Anual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias. A responsabilidade pela verificação desses critérios e pelos trâmites necessários será da Direção-Geral da Polícia Federal.
A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla do Governo Federal voltada à recomposição e modernização do serviço público. Desde 2023, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos tem conduzido ações para fortalecer a estrutura do Estado, incluindo a realização do Concurso Público Nacional Unificado, a reestruturação de carreiras e a criação de modelos mais flexíveis de gestão de pessoal.
O reforço em áreas essenciais, como a segurança pública, integra esse conjunto de medidas e busca ampliar a capacidade de resposta do Estado, com impacto direto na prestação de serviços à população.(Com assessoria)
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