CimSaúde terá novos espaços para pacientes com TEA nos Campos Gerais
CimSaúde terá novos espaços para pacientes com TEA, com ambientes sensoriais e capacitação de profissionais para atendimento humanizado

O Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Campos Gerais (CimSaúde) está se preparando para a inauguração de novos espaços destinados ao atendimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa faz parte de um projeto piloto que busca oferecer um acolhimento mais adequado, humanizado e estruturado aos pacientes e seus familiares.
De acordo com a diretora do CimSaúde, Pâmella Costa, os ambientes já foram montados e, neste momento, o foco está na capacitação das equipes que irão atuar nos atendimentos. “Neste momento estamos capacitando os colaboradores para utilizar da melhor forma possível os espaços”, explica.
Na última sexta-feira e também nesta segunda-feira, profissionais participaram de treinamentos específicos para conhecer os novos ambientes, os materiais disponíveis e os detalhes de funcionamento de cada setor criado. A formação foi conduzida pela palestrante Karla Justus, que destacou a importância da preparação prévia das equipes.
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“Realizamos um treinamento com os profissionais, para que os mesmos conhecessem os espaços, os materiais e detalhes mais específicos de cada setor criado”, relatou Karla. Segundo ela, o projeto dos ambientes foi pensado de forma integral, considerando todo o percurso do paciente, desde a recepção até o momento dos atendimentos.
Durante o treinamento, os colaboradores também receberam orientações sobre como agir em situações de crise envolvendo pacientes com TEA. Uma das salas, conforme explicou Karla, foi planejada justamente para auxiliar nos momentos de maior fluxo de crianças e demais usuários dentro do CimSaúde, oferecendo um ambiente mais controlado e acolhedor.
Mesmo após a inauguração e o início da utilização dos novos espaços, o Consórcio deve manter os treinamentos contínuos. “Sabemos que foram só os primeiros encontros pois, quando estivermos realmente utilizando, dúvidas surgirão, e poderemos adaptar, reorganizar ou reconduzir as propostas de acordo com as situações”, antecipa a palestrante.
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Os espaços contam com painéis sensoriais, jogos educativos de fácil compreensão, áreas para repouso, atividades estruturadas e brinquedos pensados a partir dos interesses específicos das crianças com TEA. Além disso, foram apresentados cartões de comunicação que ficarão disponíveis aos profissionais e nas áreas de permanência dos usuários, facilitando a interação com as crianças.
“Afinal, o trabalho com o TEA é um universo desconhecido. E é no dia a dia que saberemos como conduzir o processo”, conclui Karla.
*Texto escrito com informações da assessoria























