Suspeito é preso por estupro de vulnerável em Rebouças após se apresentar à Polícia Civil
Suspeito de estupro de vulnerável em Rebouças se apresentou à Polícia Civil e teve prisão preventiva cumprida após investigação iniciada em 2025.

A prisão por estupro de vulnerável em Rebouças foi cumprida na tarde desta quarta-feira (15) depois que o suspeito, de 31 anos, se apresentou espontaneamente na Delegacia da Polícia Civil de Irati, acompanhado por seu advogado. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, solicitado pelo delegado responsável pela investigação e com parecer favorável do Ministério Público.
O caso vinha sendo investigado desde outubro de 2025, quando a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a suspeita de abusos cometidos contra uma criança de 9 anos, enteada do investigado. As informações chegaram às autoridades após a vítima relatar desconforto a uma profissional do Centro de Atendimento à Criança e ao Adolescente (CTA) de Rebouças. A partir disso, foram adotados os procedimentos previstos na legislação, incluindo escuta especializada, conduzida por psicóloga, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Durante a fase de oitivas, as declarações colhidas reforçaram a necessidade de apuração detalhada. Testemunhas relataram mudanças no comportamento da criança nos dias anteriores à denúncia, o que contribuiu para o avanço das investigações. Além disso, a Polícia Civil identificou que o suspeito já respondia a outro inquérito por crime semelhante na comarca de Teixeira Soares, o que elevou a preocupação com eventual risco de reincidência.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, medida considerada necessária diante da gravidade dos fatos e da existência de outro procedimento semelhante contra o mesmo investigado. Após a decretação da prisão, ele permaneceu foragido por aproximadamente três meses, até decidir se apresentar espontaneamente.
A prisão foi formalizada na Delegacia de Irati e, em seguida, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma sigilosa pelos canais oficiais: telefone 197 ou WhatsApp (42) 3457-1630.
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