Polícia confirma e procura homem que tentou matar ex-mulher em PG
Ex-companheiro da vítima está foragido da polícia e teve prisão preventiva decretada; crime ocorreu no dia 4 de novembro. A mulher segue internada.

A Polícia Civil do Paraná, por meio do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, divulgou nesta semana novas informações sobre o caso de tentativa de feminicídio ocorrido na manhã do dia 4 de novembro de 2025, na cidade de Ponta Grossa.
A vítima, Karine dos Santos Romão, foi abordada por seu ex-companheiro, Jelson Luiz Romão, enquanto se dirigia ao trabalho no Bairro Centro. Segundo as investigações, o homem obrigou a vítima a entrar em seu veículo. Durante o sequestro, Karine conseguiu enviar um áudio ao atual namorado, identificando expressamente o agressor e pedindo socorro.
Horas depois, ela foi encontrada com ferimentos graves causados por disparos de arma de fogo nas regiões do tórax e da nuca. Karine foi socorrida em estado crítico e permanece hospitalizada.
As investigações apontaram um histórico de violência doméstica. O relacionamento entre Karine e Jelson durou cerca de 15 anos e teria terminado quatro meses antes do crime, após a vítima relatar à família episódios de agressões físicas e verbais. Após o término, o investigado passou a perseguir e ameaçar a vítima de forma contínua, motivado por ciúmes após Karine iniciar um novo relacionamento.
Um elemento de extrema gravidade no caso foi revelado por testemunhas: Jelson estaria em ligação telefônica com o filho adolescente do casal no momento em que atirou contra a mãe do jovem.
Diante dos fatos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva de Jelson Luiz Romão, que foi deferida pela Justiça. No entanto, o investigado encontra-se foragido até o momento.
A Polícia solicita a colaboração da população e reforça que qualquer informação sobre o paradeiro de Jelson Luiz Romão pode ser repassada de forma anônima pelos seguintes canais:
WhatsApp Denúncia: (42) 3219-2770
Disque Denúncia 197
Emergência 190
Leia também:
Aos berros, funcionária de escola diz que crianças estão mentindo sobre denúncias de assédio























