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Operação de fiscalização combate irregularidades em postos de combustíveis no Paraná

Uma operação de fiscalização movimentou diversos órgãos estaduais e federais ao longo desta semana, com o objetivo de combater irregularidades no mercado de combustíveis, no Paraná. A ação integra a Ação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal e a Outros Ilícitos Econômicos no Mercado de Combustíveis, coordenada pelo Grupo Nacional de Defesa da Ordem Econômica […]

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Foto: Assessoria de Comunicação/MPPR
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Uma operação de fiscalização movimentou diversos órgãos estaduais e federais ao longo desta semana, com o objetivo de combater irregularidades no mercado de combustíveis, no Paraná. A ação integra a Ação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal e a Outros Ilícitos Econômicos no Mercado de Combustíveis, coordenada pelo Grupo Nacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (GNDOET). No total, 18 estados e o Distrito Federal participaram da mobilização, que visa garantir concorrência leal, arrecadação tributária adequada e mais segurança ao consumidor.

No Paraná, a força-tarefa envolveu a Receita Estadual, o Ministério Público do Paraná, o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Polícia Militar. As equipes vistoriaram 20 postos de combustíveis em Curitiba, Região Metropolitana, Londrina e Maringá, verificando irregularidades fiscais, metrológicas e de qualidade dos produtos. Os balanços oficiais das irregularidades encontradas serão divulgados no início da próxima semana.

Para o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, o setor de combustíveis é estratégico para a economia estadual. Ele destacou que cerca de 23% do ICMS arrecadado no Paraná vem desse segmento, que também concentra aproximadamente 25% da dívida ativa. “A atuação rigorosa contra a sonegação e outras irregularidades é essencial para proteger o mercado e garantir justiça fiscal”, afirmou.

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A operação de fiscalização no Paraná incluiu ainda cumprimento de ordens judiciais, como mandados de busca e apreensão e medidas de indisponibilidade de bens, voltados a combater organizações criminosas estruturadas. O promotor de Justiça e secretário-executivo do GNDOET, Flávio Caliri Schmidt, explicou que a ação nacional foi planejada desde o primeiro semestre, após debates e estudos conduzidos por promotores de todo o país.

Entre os principais alvos da fiscalização estavam a sonegação fiscal, a adulteração de combustíveis e as fraudes metrológicas — problema recorrente que prejudica diretamente os consumidores, que recebem menos produto do que é registrado na bomba. Para Suzane Gambetta, diretora da Receita Estadual, a integração entre os órgãos é fundamental para reforçar a efetividade das operações e coibir práticas ilícitas.

Além das ações de repressão, a operação também promoveu campanhas educativas, alertando a população sobre os impactos da sonegação fiscal e orientando sobre como denunciar irregularidades no setor. Após a análise final dos dados, o Ministério Público dará sequência às responsabilizações criminais e civis dos eventuais envolvidos.

*Com informações da AEN

Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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