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Policial

Justiça concede liberdade provisória ao repórter “Sassá

Em contato com o Portal BnT Online, Sassá negou qualquer agressão física e afirmou que houve apenas uma discussão verbal com a ex-companheira

sassa
Arquivo BnT
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O repórter policial Marcos  Rosa, conhecido como “Sassá”, vai responder ao processo em liberdade. A decisão foi tomada recentemente pela Justiça, após sua prisão no último domingo (22), em Ponta Grossa, sob a acusação de agredir a ex-companheira.

A defesa do jornalista, feita pelos advogados Fernando Madureira e Juliano Gomes Ribeiro, informou que a fase de instrução do processo será essencial para esclarecer os fatos e comprovar a versão apresentada por Sassá. Os defensores destacaram que pretendem apresentar provas que, segundo eles, reforçam a inocência do repórter.

Apesar da repercussão do caso, especialmente por ele ser uma figura bastante conhecida no meio jornalístico local, a concessão da liberdade provisória não representa absolvição — apenas permite que ele acompanhe o processo fora do sistema prisional. Com isso, Sassá poderá retomar suas atividades profissionais enquanto aguarda o desfecho judicial.

A defesa ressaltou ainda a importância de se respeitar o princípio da presunção de inocência e afirmou confiar no equilíbrio da Justiça.

Relembre o caso

Marcos  Rosa, conhecido como “Sassá”, repórter policial de Ponta Grossa, foi liberado na tarde desta segunda-feira (23) após ter sido preso no domingo (22), acusado de agredir sua ex-companheira. A prisão aconteceu no bairro Contorno e foi confirmada oficialmente pela Polícia Militar do Paraná.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a abordagem da equipe policial, feita de maneira cautelosa. Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde da mulher ou se existiam medidas protetivas vigentes contra o suspeito.

Em contato com o Portal BnT Online, Sassá negou qualquer agressão física e afirmou que houve apenas uma discussão verbal com a ex-companheira. “Não houve agressão, só uma discussão”, disse o comunicador, acrescentando que ele seria, na verdade, a vítima da situação.

A defesa do repórter está sendo conduzida pelo escritório Madureira e Advogados Associados. Segundo os advogados Fernando Madureira e Juliano Gomes Ribeiro, o acusado vai responder ao processo em liberdade e confia que os fatos serão devidamente esclarecidos durante a tramitação judicial.

O repórter foi encaminhado inicialmente à 13ª Subdivisão Policial (SDP) de Ponta Grossa e liberado por decisão da Justiça nesta segunda.

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Boca no Trombone
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