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“Se eu não tivesse as imagens, eu seria a mentirosa”, diz vítima após pedido de desculpas do Sassá

Caso gerou revolta nas redes sociais; vítima se manifestou e questionou postura do acusado.

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Marcos Rosa, conhecido como Repórter Sassá, foi às redes sociais ontem (24) para pedir perdão à sua ex-companheira, agredida por ele no último domingo (22). O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo de câmera de segurança pela família da vítima, que comprova a agressão.

Reações negativas e indignação nas redes sociais

O pedido de desculpas gerou forte reação do público, especialmente entre os seguidores da página de Sassá. Muitos comentários demonstraram indignação com a tentativa de retratação.

“Tá pedindo desculpas só porque foi descoberto. Infelizmente é sempre assim, só quando é pego que vem o arrependimento. Revoltante”, escreveu uma seguidora. Outro usuário destacou: “Falou que era vítima. Se não fosse pelas imagens, ia dizer que era armação. Enfim, cara de pau!”.

Vítima abalada rejeita entrevistas, mas se pronuncia nas redes

A vítima, que preferiu não se identificar publicamente, afirmou que não dará entrevistas no momento por estar emocionalmente abalada. No entanto, utilizou o Instagram para compartilhar sua indignação e levantar questionamentos ao acusado.

“Por que negou a agressão? Não esperava que eu conseguiria as imagens? Se arrepende agora, mas se eu não tivesse as imagens, eu seria a mentirosa”, escreveu ela.

Desmentido sobre relação

A mulher também criticou a cobertura de um portal de notícias local, que afirmou que ela seria esposa de Sassá até o dia da agressão. “Primeiramente, nunca fui casada. Segundo, estávamos separados há algum tempo”, rebateu.

Nos stories, ela publicou um print de uma conversa entre Sassá e outra mulher, supostamente ocorrida em maio, na qual ele afirmava estar separado há seis meses — o que reforça a versão da vítima sobre o fim do relacionamento.

Medidas judiciais e restrições impostas ao acusado

Após audiência de custódia, Marcos Rosa recebeu liberdade provisória, mas passou a utilizar tornozeleira eletrônica. A Justiça determinou que ele mantenha distância mínima de 200 metros da vítima e de sua residência.

O caso segue repercutindo na cidade e nas redes sociais, levantando debates sobre violência doméstica, responsabilização de agressores e o papel das mídias na cobertura de casos sensíveis.

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Boca no Trombone
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