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Vigilância Ambiental em Castro inicia instalação de armadilhas ovitrampas para combate ao mosquito da dengue

As ovitrampas são armadilhas para ovos do Aedes Aegypti, que serão distribuídas em residências e comércios previamente selecionados por toda a cidade, respeitando um distanciamento de 300 metros cada

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A Prefeitura de Castro, por meio do setor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, iniciou nesta quinta-feira (17), a implantação de armadilhas ovitrampas no município. A ação faz parte de uma nova estratégia de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

As ovitrampas são armadilhas para ovos do Aedes Aegypti, que serão distribuídas em residências e comércios previamente selecionados por toda a cidade, respeitando um distanciamento de 300 metros cada. A instalação das armadilhas está sendo realizada pelos Agentes de Combate às Endemias (ACEs), devidamente uniformizados e com identificação.

Como funciona

As armadilhas são compostas por um pote preto com água e uma palheta de fibra de madeira, visando atrair o mosquito a depositar seus ovos no local. A armadilha é um método seguro para o combate das arboviroses, pois o equipamento é minuciosamente monitorado pelas equipes de combate, não apresentando risco para os moradores.

A ovitrampa fica instalada no local por apenas 10 dias, sendo realizada a inspeção e a troca da palheta da armadilha no 5º dia, tempo insuficiente para a infestação do mosquito. Após este período, as palhetas são levadas ao laboratório para identificação e contagem dos ovos (caso haja).

Essa técnica permite obter dados sobre a presença do mosquito em cada região de Castro e, a partir daí, reforçar as ações de combate ao Aedes Aegypti com mais precisão. Além disso, as ovitrampas interrompem o ciclo de reprodução do vetor, diminuindo o risco de infestação de dengue.

“Ao permitir a instalação das ovitrampas e preservar as armadilhas, os cidadãos contribuem ativamente com a saúde pública e ajudam a proteger suas famílias e a comunidade”, destaca o secretário de Saúde Matilvani Moreira. O projeto das ovitrampas já é desenvolvido em várias cidades do Paraná e do Brasil, como uma ferramenta eficaz no combate ao mosquito.

Além desta ação, a Vigilância em Saúde trabalha em outras linhas de combate contra a dengue, como a borrifação de inseticida em locais específicos, a vistoria em terrenos por toda a cidade e ações de conscientização da população.

Vacina

Quinze unidades básicas de saúde (UBSs) estão vacinando crianças e jovens de 10 à 14 anos contra a dengue em Castro: Arapongas, Bom Jesus, Jeovah Ribeiro, Primavera, Morada do Sol, Araucária, Cantagalo, Marcos Simão, Vila Rosário, Alvorada, Socavão, Castrolanda, Tronco, Abapan e Guararema.

Leia também: Câmara dos Deputados aprova novas regras para licenciamento ambiental

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