Saúde de Arapoti nega suposto caso de violência obstétrica e negligência
Paciente realizou um boletim de ocorrência e também formalizou no Ministério Público. O município negou o caso que aconteceu em 2024

A Secretaria de Saúde de Arapoti, por meio da secretária, Andréa Cristina da Silva, negou o suposto caso de violência obstétrica e negligência, de uma paciente que realizou boletim de ocorrência na Polícia Civil e também formalizou no Ministério Público. O caso aconteceu no ano de 2024, no Hospital 18 de Dezembro, mas somente em julho de 2025 a paciente realizou a denúncia.
A secretária disse que a paciente realizou o boletim de ocorrência e que o município aguarda um posicionamento do Ministério Público. Relembre o que foi informado no boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, bem como também a formalização no Ministério Público.
Posicionamento
Em nota, a secretária disse que foi recebido o boletim de ocorrência, a ouvidoria recebeu a informação e encaminhou para o hospital, qual informou que o boletim não é caracterizado como violência obstétrica. “O que houve foi uma falta de empatia da médica plantonista. Segundo o próprio relato da paciente, ela foi bem atendida pelo obstetra. A gestante era de alto risco. A plantonista atendeu e foi neste momento que acredito com que a maneira que a plantonista se expressou, e o hospital inclusive notificou para esclarecer sobre ser mais empático com as pessoas, mas em seguida a profissional acionou o obstetra”.
O posicionamento também destaca que “toda gestante que passa pelo Pronto Socorro ela é atendida e avaliada pelo obstetra, onde há um pronto socorro obstétrico e um obstetra de plantão. Quando o profissional chegou, a médica já tinha realizado a medicação conforme protocolo para a paciente, e o profissional a atendeu com sequência na medicação e encaminhamento para a Santa Casa”.
A direção do hospital não avalia como violência obstétrica e negligência médica. O caso já foi respondido para ouvidoria e também para a delegacia.
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