Sanepar paralisa obras de abastecimento em três cidades por descumprimento contratual
A responsabilidade das obras era de uma empresa terceirizada, vencedora dos três editais licitatórios da Sanepar, em 2023. Contrato foi rescindido.

Obras da Sanepar para ampliação do abastecimento de água foram paralisadas em três municípios paranaenses. Tibagi, Sengés e Guarapuava são sede de obras com investimento total superior a R$ 8,2 milhões, que prometiam fortalecer a infraestrutura hídrica local. Mas as obras não avançaram por descumprimento contratual da empresa contratada para o serviço.
A responsabilidade das três obras era de uma empresa terceirizada, vencedora dos três editais licitatórios da Sanepar para os serviços, certames realizados em 2023. A empresa também foi vencedora de outros dois editais para obras em São José dos Pinhais e Saudade do Iguaçu, no mesmo ano. No entanto, conforme fontes ouvidas pela reportagem, as equipes trabalharam apenas alguns meses nas obras e não foi dada continuidade.
O Portal BnT teve acesso aos contratos firmados entre a Sanepar e a empresa terceirizada. Em Sengés, a empresa contratada era obrigada, por questões contratuais, a concretizar as obras de ampliação do serviço de abastecimento de água, com implantação de captação subterrânea, adutora de água bruta, estação elevatória de água bruta e outros serviços. O prazo para conclusão das obras era de 360 dias e o investimento previsto era de R$ 2.902.230,00.
A mesma ampliação do serviço de abastecimento de água estava previsto para Guarapuava, na localidade de Palmeirinha. A realização da obra previa um investimento de R$ 1.263.657,00, com prazo de conclusão de 360 dias.
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Por fim, no município de Tibagi, as obras visavam a melhoria no sistema de esgotamento sanitário. Esse seria o maior investimento das três obras, com aporte de R$ 4.047.355,00 e previsão de entrega em até 360 dias.
A equipe de reportagem do Portal BnT pediu um posicionamento à Sanepar para verificar as medidas adotadas pela entidade em relação ao possível descumprimento contratual firmado com a empresa contratada. Em nota, a Companhia confirma a rescisão, mas que em Tibagi, a obra já está em andamento novamente.























