Ponta Grossa atualiza marco legal do Parque Ecotecnológico e amplia atração de empresas
A aprovação do Projeto de Lei nº 475/2025 marca uma nova etapa para o Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa Professor Sérgio Escorsim, consolidando o espaço como um dos principais instrumentos de estímulo à inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável no município. A proposta, de autoria do Poder Executivo, foi aprovada nesta quarta-feira (17) pela Câmara Municipal […]

A aprovação do Projeto de Lei nº 475/2025 marca uma nova etapa para o Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa Professor Sérgio Escorsim, consolidando o espaço como um dos principais instrumentos de estímulo à inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável no município. A proposta, de autoria do Poder Executivo, foi aprovada nesta quarta-feira (17) pela Câmara Municipal e atualiza o marco legal que rege o funcionamento do Parque.
A nova legislação moderniza normas, define critérios mais objetivos para instalação de empresas e fortalece a governança institucional, criando um ambiente mais seguro e atrativo para startups, empresas de base tecnológica, centros de pesquisa e projetos inovadores. Um dos pontos centrais é a consolidação da Agência de Inovação e Desenvolvimento como responsável pela gestão do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa, enquanto o Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação passa a atuar como instância estratégica de acompanhamento e avaliação.
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Segundo a presidente da Agência de Inovação e Desenvolvimento, Tônia Mansani, a atualização da lei acompanha a maturidade alcançada pelo ecossistema local. Para ela, a nova estrutura jurídica garante segurança e previsibilidade aos empreendedores. “Estamos preparando o Parque para receber projetos de alto impacto, conectados à pesquisa, à inovação e ao desenvolvimento sustentável”, afirmou.

Entre os avanços previstos estão a regulamentação da concessão de uso dos lotes, novos critérios de seleção de empreendimentos, mecanismos de monitoramento de resultados e a atualização de incentivos imobiliários e tributários. As mudanças ampliam a transparência e reforçam o compromisso com a geração de empregos qualificados e a sustentabilidade ambiental.
A construção do novo marco legal contou com apoio técnico de instituições estratégicas. O Sebrae participou ativamente da elaboração da lei, contribuindo com boas práticas voltadas a ambientes de inovação e desenvolvimento territorial. A Separtec colaborou no alinhamento do Parque às diretrizes estaduais, fortalecendo critérios de credenciamento e governança.
A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) também teve papel fundamental, auxiliando nos estudos técnicos que embasam a nova fase do Parque. Para o professor Silvestre Labiak Jr., a legislação fortalece o posicionamento estratégico de Ponta Grossa no contexto regional. “O Parque se consolida como um Ambiente Promotor de Inovação vinculado ao Vale dos Trilhos, com governança participativa e segurança jurídica para atrair centros de pesquisa e empresas de tecnologia”, destacou.
Com a nova lei, o Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa se firma como eixo estruturante do ecossistema de inovação dos Campos Gerais, ampliando sua capacidade de atrair investimentos e consolidar o município como referência em inovação no Paraná.
*Com informações da assessoria























