OS MAIS ANTIGOS VÃO LEMBRAR… LENDAS DO ROCK
Descubra o AOR (Album Oriented Rock), estilo marcante dos anos 70 e 80 com melodias fortes e refrões inesquecíveis. Música boa não é só ouvir, é sentir.

OS MAIS ANTIGOS VÃO LEMBRAR….
LENDAS DO ROCK
BOSTON
Existe um tipo de som que parece feito sob medida para o rádio — melodias fortes, refrões marcantes e aquela sensação de estrada infinita. Esse é o AOR (Album Oriented Rock), um estilo que ganhou força principalmente entre os anos 70 e 80, quando ouvir um disco inteiro era quase um ritual sagrado.
O AOR não é apenas um gênero: é uma experiência. Bandas como Journey, Foreigner e Toto ajudaram a construir essa identidade sonora que mistura técnica, emoção e acessibilidade. Mas, entre todos esses gigantes, um nome brilha com uma intensidade única: Boston.
Boston não foi apenas mais uma banda — foi um fenômeno. Com seu álbum de estreia lançado em 1976, liderado pelo perfeccionista Tom Scholz, o grupo redefiniu o padrão de produção no rock. Guitarras limpas, harmonias vocais impecáveis e hits como “More Than a Feeling” transformaram o disco em um dos mais vendidos da história. Boston elevou o AOR a um nível quase cinematográfico, criando um som que até hoje serve de referência.
GENESIS
Duas vozes, duas eras, uma história grandiosa
Se o AOR conquistou o rádio, o Genesis conquistou o tempo. A banda britânica é um raro exemplo de reinvenção bem-sucedida — e muito disso passa por seus dois vocalistas históricos.
Com Peter Gabriel, o Genesis mergulhou no rock progressivo mais teatral e experimental. Shows com figurinos excêntricos e músicas complexas marcaram uma fase cultuada até hoje por fãs mais puristas. Era arte em forma de som.
A virada veio com Phil Collins, que assumiu os vocais e conduziu a banda para um caminho mais acessível — sem perder qualidade. O Genesis dos anos 80 dialogou diretamente com o espírito do AOR: canções mais diretas, emocionais e com forte apelo radiofônico. Hits como “Invisible Touch” e “Land of Confusion” colocaram a banda no topo das paradas mundiais.
Do experimental ao popular, o Genesis provou que evolução não significa perda de identidade — mas sim ampliação de horizontes.
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PARA RESUMIR:
MÚSICA BOA NÃO É PARA APENAS OUVIR
E SIM PARA VOCÊ SENTIR….
PAZ E ROCK PARA TODOS
JOHN ELVIS RIBAS RAMALHO
Bacharel, Comunicador e Colunista
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