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Economia

Mulheres lideram ocupações formais entre inscritos no CadÚnico

O público do Cadastro Único e do Bolsa Família têm conseguido maior inserção no mercado de trabalho de uma forma geral no Brasil

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Roberta Aline/MDS
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Cerca de 75% das vagas formais criadas entre janeiro e abril de 2025 foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único, com a maioria dos postos preenchidos por mulheres. É o que mostra o cruzamento de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Informações divulgadas pelo Caged indicam que, no período, foram gerados 920.761 postos de trabalho. Desse montante, 689.378, ou 74,9%, foram ocupados por inscritos no CadÚnico.

No primeiro quadrimestre de 2025, a participação das mulheres superou a dos homens. O saldo do público feminino oriundo do Cadastro Único, no acumulado de janeiro a abril, ficou em 56,6%, já a participação dos homens no saldo de empregos ficou em 43,4%.

Portanto, no recorte de gênero, o público do Cadastro Único tem contribuído para o acesso das mulheres ao mercado de trabalho. Se considerarmos o saldo geral do Caged, no acumulado de janeiro a abril, os homens representavam 54,7%, ou 314.301 vagas ocupadas, enquanto as mulheres 45,3%, ou 260.179 postos preenchidos.

Bolsa Família

Os beneficiários do Programa Bolsa Família ocuparam 54,2%, ou 498.716 vagas formais do saldo total de empregos no acumulado dos primeiros quatro meses deste ano. Nesse recorte, as mulheres também são maioria, representando 55,2% do total, ou 275.526 pessoas. Já os homens contam com uma participação de 44,8%, ou 223.190 pessoas.

“O público do Cadastro Único e do Bolsa Família têm conseguido maior inserção no mercado de trabalho de uma forma geral no Brasil, sendo prioritários por parte de muitas empresas que, com ações articuladas com o MDS, têm contribuído para a inclusão socioeconômica dos mais vulneráveis”, explicou o secretário de Inclusão Socioeconômica do MDS, Luiz Carlos Everton.

Para o ministro Wellington Dias, os dados mostram que as pessoas do Bolsa Família e do Cadastro Único estão contribuindo para o crescimento das empresas e para o progresso do Brasil. “Isso desmistifica a ideia de que os beneficiários de programas sociais não têm interesse em trabalhar ou prosperar. Pelo contrário, essas famílias estão buscando sua autonomia, demonstrando compromisso com o trabalho e com a construção de um futuro mais próspero”, disse. “É o governo Lula chegando junto para melhorar a vida dos brasileiros e brasileiras, com mais proteção social, emprego e renda”, concluiu.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social

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Luis Carlos Pimentel
Autoria
Luis Carlos Pimentel
Formado em Técnica Contábil, estudou Jornalismo na Faculdade Secal. Há 40 anos trabalha em meios de comunicação social. Trabalhou em emissoras de rádio, jornais impressos e portais. Registro Mtb/PR - 4451
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