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“Mãe” de bebê reborn que pediu licença-maternidade é investigada pela PF e MPF

Pedido inusitado gerou repercussão nacional; OAB também acompanha o caso na Bahia

“Mãe” de bebê reborn que pediu licença-maternidade é investigada pela PF e MPF
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Um caso inusitado e que gerou ampla repercussão nacional está sendo investigado pela Polícia Federal (PF), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA). Isso porque uma mulher, que se identifica como “mãe” de um bebê reborn, acionou a Justiça do Trabalho solicitando licença-maternidade de 120 dias, além de salário-família.

A ação foi protocolada na última terça-feira (27), na 16ª Vara do Trabalho de Salvador (BA). Porém, já na quarta-feira (28), o juiz Júlio César Massa Oliveira, magistrado substituto da Vara, decidiu extinguir o processo e encaminhou o caso para investigação criminal, pedindo apuração por parte da PF, MPF e da OAB.

Pedido de segredo de Justiça foi negado

Diante da intensa repercussão do caso, a mulher voltou atrás e, na quinta-feira (29), apresentou pedido de desistência da ação. Segundo ela, a divulgação da situação estaria colocando em risco sua honra, imagem e integridade física. No entanto, o magistrado negou o pedido para que o processo tramitasse em segredo de Justiça.

Suspeita de fraude em assinatura de advogado

O caso ganhou ainda mais contornos polêmicos após o advogado José Sinelmo, que aparece no processo como representante legal, afirmar que jamais autorizou seu nome na ação. De acordo com ele, sua assinatura e documentos foram usados sem qualquer autorização.

Sinelmo comunicou formalmente que não possui vínculo com a advogada responsável por protocolar o pedido e, por isso, também solicitou que seja aberto inquérito para apuração da possível falsificação de documentos e uso indevido de sua identidade profissional. Ele alega estar sofrendo danos à sua reputação em virtude do episódio.

Investigação segue em três frentes

Além da apuração criminal por parte da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, a OAB-BA também instaurou procedimento interno para avaliar a conduta da advogada que entrou com a ação. O caso pode gerar consequências tanto na esfera criminal quanto no âmbito ético-profissional.

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Fabiano Blageski
Autoria
Fabiano Blageski
Radialista em Ponta Grossa, atuou em rádios, TV e sites, com experiência no microfone e nos bastidores. Apaixonado por comunicação, entretenimento e notícias, também é promoter de eventos, assessor de imprensa, destacando-se pela versatilidade e busca constante por aprendizado.
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