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Legado de Burle Marx homenageado na Sapucaí com paisagismo

A escola Botafogo Samba Clube abriu a segunda noite de desfiles da Série Ouro na Sapucaí com enredo que celebrou a natureza e a brasilidade. A agremiação prestou homenagem ao paisagista Roberto Burle Marx, transformando a avenida em um jardim a céu aberto.

Legado de Burle Marx homenageado na Sapucaí com paisagismo
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A escola Botafogo Samba Clube abriu a segunda noite de desfiles da Série Ouro neste sábado (14/02), na Sapucaí. Com o enredo “O Brasil que floresce em arte”, a agremiação celebrou a natureza e a brasilidade.

A apresentação transformou a avenida em um imenso jardim a céu aberto. A homenagem foi dedicada ao mestre do paisagismo Roberto Burle Marx.

Um jardim que desfila na avenida

A Sapucaí se transformou em um espaço verde durante a apresentação. A escola levou para a avenida a proposta de celebrar a natureza através da arte.

O ambiente criado remetia aos jardins brasileiros. A agremiação fundiu pintura e paisagismo sob o olhar atento da avenida.

Essa fusão artística destacou a riqueza cultural do país. A natureza aparece como uma das maiores inspirações para a arte nacional.

Burle Marx ganha vida na passarela

Personificação do mestre

Um bailarino surgiu como a personificação de Roberto Burle Marx durante o desfile. O artista trouxe à vida a figura icônica do paisagista.

Os trajes e óculos que se tornaram marca registrada do homenageado foram reproduzidos com fidelidade.

Coreografia que imita a natureza

Através de um jogo de luzes e coreografias, o grupo conectou a mente do gênio à sua obra. Os movimentos mimetizavam plantas e telas.

Essa representação permitiu ao público visualizar o processo criativo do homenageado. Mostrou como suas ideias se materializavam em paisagens.

O desafio de homenagear um gênio

Complexidade da composição

Marcelo Adnet pontuou à CNN Brasil sobre o desafio da composição para o desfile. O artista disse: “foi difícil pra caramba porque é um gênio mundialmente reconhecido”.

Essa declaração revela a complexidade envolvida em criar uma homenagem à altura do legado de Burle Marx.

Letra que captura a essência

O refrão principal resume bem esse espírito: ‘entreguei minha alma negra pra você encher de cor’. A letra da música capturou a essência da relação entre o criador e sua obra.

A conexão entre o artista e a natureza que transforma foi representada poeticamente.

Uma apoteose de cores e formas

O desfile culminou em uma celebração visual intensa. Conforme destacado pelos participantes: “Tivemos uma alma coloridíssima nessa apoteose”.

As cores vibrantes e formas orgânicas caracterizaram a homenagem ao paisagista. Criaram um espetáculo que dialogava com a estética de Burle Marx.

A escola conseguiu traduzir para a linguagem do carnaval os princípios que marcaram a obra do homenageado. Destacaram-se:

  • Uso ousado da cor
  • Integração com o ambiente
  • Formas orgânicas e fluidas

O legado que continua a florescer

A homenagem na Sapucaí reforçou a relevância do trabalho de Roberto Burle Marx para a cultura brasileira. O desfile mostrou como seu legado permanece vivo.

Novas gerações de artistas e criadores continuam sendo inspiradas por sua obra. Ao transformar a avenida em um jardim, a Botafogo Samba Clube demonstrou que o paisagismo é uma forma de arte.

Essa perspectiva amplia o entendimento sobre a contribuição de Burle Marx. O paisagista via nos espaços verdes não apenas beleza, mas também:

  • Expressão cultural
  • Identidade nacional
  • Diálogo entre arte e natureza

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Equipe de jornalismo do BnT Online, cobrindo Ponta Grossa e os Campos Gerais.
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