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Economia

BRDE amplia Fundo Verde com R$ 3,6 milhões para apoiar projetos sustentáveis no Paraná

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou um novo aporte de R$ 3,6 milhões ao Fundo Verde e de Equidade para apoiar projetos socioambientais no Paraná. O investimento utiliza como base parte do lucro líquido registrado pela instituição em 2025 e reforça as ações voltadas à sustentabilidade. O anúncio foi divulgado em […]

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Foto: Rodolfo Buhrer/BRDE
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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou um novo aporte de R$ 3,6 milhões ao Fundo Verde e de Equidade para apoiar projetos socioambientais no Paraná. O investimento utiliza como base parte do lucro líquido registrado pela instituição em 2025 e reforça as ações voltadas à sustentabilidade.

O anúncio foi divulgado em referência ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5). Considerando os três estados de atuação do BRDE — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o novo aporte ao fundo soma R$ 10,82 milhões.

Com a nova destinação, o volume total aplicado no Fundo Verde e de Equidade chega a quase R$ 40 milhões desde 2021.

Projetos sustentáveis

Criado pelo BRDE, o Fundo Verde e de Equidade funciona como um instrumento operacional e financeiro para apoiar, por meio de recursos não reembolsáveis, projetos socioambientais e climáticos com potencial de impacto positivo.

As iniciativas contempladas podem envolver preservação ambiental, adaptação e redução dos efeitos das mudanças climáticas, proteção da biodiversidade, economia circular, uso sustentável dos recursos naturais, inovação socioambiental, turismo sustentável e ações de promoção da equidade. Cada projeto pode receber até R$ 200 mil.

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Segundo o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o investimento representa uma estratégia de longo prazo da instituição. “O Fundo Verde traduz uma decisão estratégica do BRDE: reinvestir parte do resultado do banco em projetos capazes de gerar impacto ambiental, social e econômico. É uma forma concreta de transformar lucro em legado, apoiando iniciativas que ajudam a preparar o Paraná e toda a Região Sul para os desafios climáticos e para uma economia mais sustentável”, afirma.

No Paraná, a aplicação dos recursos seguirá os critérios de enquadramento do fundo, considerando a relação das propostas com os objetivos socioambientais, a relevância pública e a capacidade de gerar resultados mensuráveis.

Apoio a iniciativas de impacto

O diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, destaca que a iniciativa reforça a aplicação de recursos próprios do banco em projetos de interesse público. “Ao vincular parte do lucro líquido ao Fundo Verde e de Equidade, o BRDE consolida uma política permanente de apoio a projetos que geram valor para a sociedade. São recursos não reembolsáveis, aplicados com critérios técnicos, transparência e foco em iniciativas capazes de deixar benefícios concretos para os territórios onde o banco atua”, destaca.

O Fundo Verde integra as ações do banco para promover impacto socioambiental e climático positivo, complementando a atuação tradicional de financiamento com apoio direto a projetos coletivos nas áreas urbana, rural, ambiental, científica, tecnológica e de turismo sustentável.

Preservação dos biomas

A atuação do BRDE nos estados do Sul também contribui para ações relacionadas a dois importantes biomas brasileiros presentes na região: o Pampa e a Mata Atlântica.

Os projetos apoiados podem envolver conservação de áreas naturais, restauração ecológica, uso sustentável da biodiversidade, fortalecimento de cadeias produtivas de baixo impacto e valorização de territórios com potencial ambiental e turístico.

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O superintendente do BRDE no Paraná, Paulo Starke, afirma que o novo aporte aumenta a capacidade da instituição de incentivar soluções ambientais no Estado. “Essa atuação se soma a outras iniciativas pioneiras, como o instrumento de créditos de biodiversidade desenvolvido no Estado, em diálogo com a metodologia LIFE, que busca dar valor econômico à conservação e criar novas formas de financiamento para a proteção da natureza”, explica.

O projeto de créditos de biodiversidade é desenvolvido em parceria com o Governo do Estado e busca reconhecer financeiramente iniciativas de conservação ambiental, especialmente em áreas como Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), utilizando créditos certificados e rastreáveis.

Informações: AEN

Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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